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Andrea Nunes lança suspense policial jovem que promove discussão sobre a violência contra mulheres

JULIE HOLIDAY
ERIC MONJARDIM
| |
Divulgação

A escritora e procuradora de Justiça Andrea Nunes lança, em pré-venda pela editora Flyve, o romance Presunção de Inocência, obra que articula suspense jurídico e crítica social ao abordar a violência contra a mulher sob uma perspectiva contemporânea e voltada ao público jovem. O título já está disponível no site oficial da editora, ao preço de R$ 69,90, antecipando um lançamento que promete mobilizar leitores e fomentar debates urgentes.

O pano de fundo da narrativa dialoga diretamente com a realidade brasileira. Dados recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que o país registrou 1.568 feminicídios em 2025, o equivalente a uma taxa de 1,43 mortes a cada 100 mil mulheres — um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. É nesse contexto que a autora constrói uma ficção que, embora ambientada em um cenário acadêmico, reflete dinâmicas concretas de violência, silenciamento e desigualdade de gênero.

Na trama, personagens femininas atravessam situações extremas, como feminicídio, agressão sexual e sequestro, cujas investigações se desenrolam dentro de uma faculdade de Direito. A escolha do ambiente universitário, segundo Andrea, cumpre um papel estratégico: tornar mais acessível e envolvente a discussão de temas complexos, ampliando o alcance junto ao público jovem. A narrativa, portanto, equilibra entretenimento e reflexão crítica, utilizando o suspense como ferramenta de conscientização.

Com ritmo ágil e estrutura envolvente, Presunção de Inocência propõe mais do que uma sequência de eventos dramáticos. A autora insere, ao longo da história, situações que evidenciam a importância de romper o silêncio em torno de crimes de violência contra a mulher, além de apontar caminhos institucionais de denúncia e redes de apoio disponíveis tanto no sistema de Justiça quanto na imprensa. A ficção, nesse sentido, atua como meio de informação e incentivo à ação.

O livro já chega ao público respaldado por nomes relevantes do cenário literário. O escritor e roteirista Raphael Montes destaca a obra como “um suspense jurídico que mergulha fundo nas relações de poder e violência, embalado por crimes sangrentos e conspirações”, reforçando o potencial da narrativa em combinar tensão dramática e densidade temática.

A autora também terá participação confirmada na Bienal do Livro da Bahia, onde realizará o lançamento oficial da obra, acompanhado de sessão de autógrafos no estande da editora Flyve. Esta será sua estreia no evento, com presença programada entre os dias 16 e 19 de abril.

No enredo, a chegada de um grupo de jovens à prestigiada faculdade Nova Era marca o início de uma jornada que rapidamente se distancia do ideal acadêmico esperado. Crimes e conflitos deixam de ser apenas objeto de estudo e passam a ameaçar diretamente suas vidas. Para enfrentar os desafios, os estudantes contam com a orientação de professores de métodos pouco convencionais, que os conduzem por caminhos práticos e, por vezes, arriscados do universo jurídico. Paralelamente, precisam lidar com disputas internas, limitações pessoais e os dilemas emocionais próprios da juventude.

Imagem: A autora Andrea Nunes / Divulgação

Com trajetória consolidada, Andrea Nunes é autora de romances policiais reconhecidos, como Corpos Hackeados, cujos direitos de adaptação foram vendidos para o cinema, Jogo de Cena, vencedor do prêmio ABERST de melhor narrativa longa de suspense, e A Corte Infiltrada, laureado com o Prêmio Bunkyo de Literatura. Sua atuação também se estende ao meio acadêmico internacional, tendo participado de debates sobre literatura policial brasileira em países como Portugal, Alemanha, França e Dinamarca.

Presunção de Inocência surge, assim, como mais um capítulo relevante na carreira da autora, combinando domínio narrativo, engajamento social e potencial de alcance junto a novos leitores.

SOBRE O SITE

O Post Literal é um portal de cultura e entretenimento focado na interseção entre literatura, cinema e cultura pop. Fundado e editado pelo escritor Vítor Zindacta, o site se propõe a investigar as artes não apenas como lazer, mas como reflexos do tempo atual. A plataforma oferece críticas, resenhas, análises aprofundadas e entrevistas, cobrindo desde clássicos literários e lançamentos do mercado editorial nacional até fenômenos do universo geek e cinematográfico.

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Encontre as melhores resenhas de livros, documentários e cinema no Post Literal. Explore análises aprofundadas e fique por dentro das novidades do mundo literário e cinematográfico.

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Andrea Nunes lança suspense policial jovem que promove discussão sobre a violência contra mulheres

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A escritora e procuradora de Justiça Andrea Nunes lança, em pré-venda pela editora Flyve, o romance Presunção de Inocência, obra que articula suspense jurídico e crítica social ao abordar a violência contra a mulher sob uma perspectiva contemporânea e voltada ao público jovem. O título já está disponível no site oficial da editora, ao preço de R$ 69,90, antecipando um lançamento que promete mobilizar leitores e fomentar debates urgentes.

O pano de fundo da narrativa dialoga diretamente com a realidade brasileira. Dados recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que o país registrou 1.568 feminicídios em 2025, o equivalente a uma taxa de 1,43 mortes a cada 100 mil mulheres — um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. É nesse contexto que a autora constrói uma ficção que, embora ambientada em um cenário acadêmico, reflete dinâmicas concretas de violência, silenciamento e desigualdade de gênero.

Na trama, personagens femininas atravessam situações extremas, como feminicídio, agressão sexual e sequestro, cujas investigações se desenrolam dentro de uma faculdade de Direito. A escolha do ambiente universitário, segundo Andrea, cumpre um papel estratégico: tornar mais acessível e envolvente a discussão de temas complexos, ampliando o alcance junto ao público jovem. A narrativa, portanto, equilibra entretenimento e reflexão crítica, utilizando o suspense como ferramenta de conscientização.

Com ritmo ágil e estrutura envolvente, Presunção de Inocência propõe mais do que uma sequência de eventos dramáticos. A autora insere, ao longo da história, situações que evidenciam a importância de romper o silêncio em torno de crimes de violência contra a mulher, além de apontar caminhos institucionais de denúncia e redes de apoio disponíveis tanto no sistema de Justiça quanto na imprensa. A ficção, nesse sentido, atua como meio de informação e incentivo à ação.

O livro já chega ao público respaldado por nomes relevantes do cenário literário. O escritor e roteirista Raphael Montes destaca a obra como “um suspense jurídico que mergulha fundo nas relações de poder e violência, embalado por crimes sangrentos e conspirações”, reforçando o potencial da narrativa em combinar tensão dramática e densidade temática.

A autora também terá participação confirmada na Bienal do Livro da Bahia, onde realizará o lançamento oficial da obra, acompanhado de sessão de autógrafos no estande da editora Flyve. Esta será sua estreia no evento, com presença programada entre os dias 16 e 19 de abril.

No enredo, a chegada de um grupo de jovens à prestigiada faculdade Nova Era marca o início de uma jornada que rapidamente se distancia do ideal acadêmico esperado. Crimes e conflitos deixam de ser apenas objeto de estudo e passam a ameaçar diretamente suas vidas. Para enfrentar os desafios, os estudantes contam com a orientação de professores de métodos pouco convencionais, que os conduzem por caminhos práticos e, por vezes, arriscados do universo jurídico. Paralelamente, precisam lidar com disputas internas, limitações pessoais e os dilemas emocionais próprios da juventude.

Imagem: A autora Andrea Nunes / Divulgação

Com trajetória consolidada, Andrea Nunes é autora de romances policiais reconhecidos, como Corpos Hackeados, cujos direitos de adaptação foram vendidos para o cinema, Jogo de Cena, vencedor do prêmio ABERST de melhor narrativa longa de suspense, e A Corte Infiltrada, laureado com o Prêmio Bunkyo de Literatura. Sua atuação também se estende ao meio acadêmico internacional, tendo participado de debates sobre literatura policial brasileira em países como Portugal, Alemanha, França e Dinamarca.

Presunção de Inocência surge, assim, como mais um capítulo relevante na carreira da autora, combinando domínio narrativo, engajamento social e potencial de alcance junto a novos leitores.

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O pano de fundo da narrativa dialoga diretamente com a realidade brasileira. Dados recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que o país registrou 1.568 feminicídios em 2025, o equivalente a uma taxa de 1,43 mortes a cada 100 mil mulheres — um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. É nesse contexto que a autora constrói uma ficção que, embora ambientada em um cenário acadêmico, reflete dinâmicas concretas de violência, silenciamento e desigualdade de gênero.

Na trama, personagens femininas atravessam situações extremas, como feminicídio, agressão sexual e sequestro, cujas investigações se desenrolam dentro de uma faculdade de Direito. A escolha do ambiente universitário, segundo Andrea, cumpre um papel estratégico: tornar mais acessível e envolvente a discussão de temas complexos, ampliando o alcance junto ao público jovem. A narrativa, portanto, equilibra entretenimento e reflexão crítica, utilizando o suspense como ferramenta de conscientização.

Com ritmo ágil e estrutura envolvente, Presunção de Inocência propõe mais do que uma sequência de eventos dramáticos. A autora insere, ao longo da história, situações que evidenciam a importância de romper o silêncio em torno de crimes de violência contra a mulher, além de apontar caminhos institucionais de denúncia e redes de apoio disponíveis tanto no sistema de Justiça quanto na imprensa. A ficção, nesse sentido, atua como meio de informação e incentivo à ação.

O livro já chega ao público respaldado por nomes relevantes do cenário literário. O escritor e roteirista Raphael Montes destaca a obra como “um suspense jurídico que mergulha fundo nas relações de poder e violência, embalado por crimes sangrentos e conspirações”, reforçando o potencial da narrativa em combinar tensão dramática e densidade temática.

A autora também terá participação confirmada na Bienal do Livro da Bahia, onde realizará o lançamento oficial da obra, acompanhado de sessão de autógrafos no estande da editora Flyve. Esta será sua estreia no evento, com presença programada entre os dias 16 e 19 de abril.

No enredo, a chegada de um grupo de jovens à prestigiada faculdade Nova Era marca o início de uma jornada que rapidamente se distancia do ideal acadêmico esperado. Crimes e conflitos deixam de ser apenas objeto de estudo e passam a ameaçar diretamente suas vidas. Para enfrentar os desafios, os estudantes contam com a orientação de professores de métodos pouco convencionais, que os conduzem por caminhos práticos e, por vezes, arriscados do universo jurídico. Paralelamente, precisam lidar com disputas internas, limitações pessoais e os dilemas emocionais próprios da juventude.

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