Imagem: MUBI Tora! Tora! Tora! retrata os eventos que culminaram no ataque japonês a Pearl Harbor, cobrindo os meses anteriores e o dia do ataque, 7 de dezembro de 1941. A narrativa é dividida entre as perspectivas americana e japonesa, mostrando as falhas de comunicação e os erros estratégicos que levaram ao desastre. Do lado americano, o filme segue oficiais como o Almirante Husband Kimmel (Martin Balsam) e o General Walter Short (Jason Robards), que subestimam a ameaça japonesa, e o oficial de inteligência Edwin Layton (Joseph Cotten), que tenta alertar sobre os planos inimigos. Do lado japonês, o Almirante Isoroku Yamamoto (Sō Yamamura) planeja o ataque surpresa, enquanto diplomatas em Washington enfrentam dificuldades para declarar guerra formalmente antes do bombardeio. A trama é estruturada como uma crônica histórica, alternando entre reuniões estratégicas, preparações militares e o ataque em si, com foco nas duas ondas de bombardeios que devastaram a frota americana. O t...
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Vitor Zindacta
Resenha: Crianças de Hiroshima (1952)
A atriz Nobuko Otowa e o ator mirim Takashi Itō em cena do filme Crianças de Hiroshima (no original, Genbaku no Ko , ou “Crianças da Bomba Atômica”) segue Takako Ishikawa (Nobuko Otowa), uma jovem professora que retorna a Hiroshima em 1950, cinco anos após o bombardeio atômico que matou sua família. Trabalhando em uma escola, Takako reencontra Iwakichi (Osamu Takizawa), um ex-funcionário de seu pai, agora cego e desfigurado pela radiação, e encontra crianças órfãs, conhecidas como hibakusha (sobreviventes da bomba), que lutam para sobreviver em meio à pobreza e ao estigma social. A narrativa é episódica, acompanhando Takako enquanto ela visita sobreviventes, confronta memórias do bombardeio e tenta ajudar as crianças, incluindo um menino doente, Taro, que sonha em se tornar médico. Flashbacks do dia do ataque, mostrados em imagens devastadoras, contrastam com a luta pela reconstrução no presente. A trama culmina em uma reflexão agridoce sobre a resiliência dos hibakusha e a necessid...
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Vitor Zindacta
A Hora do Mal: Uma Ambição Desmedida que Cede à Simplicidade e ao Vazio
"A Hora do Mal", o novo épico de terror de Zach Cregger, chegou aos cinemas envolto em um burburinho colossal, prometendo ser o novo divisor de águas do gênero. No entanto, ao contrário de seu aclamado trabalho anterior, este filme se revela uma experiência frustrante: uma produção que mira nas estrelas da narrativa complexa, mas tropeça feio, entregando um enredo que é, no final das contas, simples e insatisfatório, mascarado por uma estrutura pretensiosa. A Questão da Estrutura: Enrolação Disfarçada de Arte O filme adota uma abordagem fragmentada, dividida em capítulos, cada um focado no ponto de vista de um personagem diferente. A intenção, claramente, é criar um quebra-cabeça angustiante e multifacetado, evocando a grandiosidade de épicos como Magnólia , como o próprio diretor mencionou. No entanto, essa escolha narrativa se torna o calcanhar de Aquiles do filme. Em vez de aprofundar a trama ou os personagens, a repetição de eventos sob diferentes ângulos soa como uma man...
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Vitor Zindacta
CRÍTICA: Um lugar bem longe daqui
Imagem: Prime vídeo Um Lugar Bem Longe Daqui é uma obra que entrelaça drama, suspense, romance e crítica social em uma narrativa que pulsa com tensão, tanto emocional quanto narrativa. Ambientado nos pântanos da Carolina do Norte, o filme acompanha a vida de Kya Clark, a “Menina do Brejo”, uma jovem marginalizada que se torna suspeita de um assassinato. A trama, que alterna entre passado e presente, constrói um suspense psicológico que prende o espectador ao explorar temas como abandono, preconceito, resiliência e a complexidade da natureza humana. A tensão do enredo não reside apenas no mistério criminal, mas na jornada de Kya, uma protagonista que enfrenta um mundo hostil com uma mistura de vulnerabilidade e força. Esta análise mergulha nos elementos que tornam o enredo tão cativante, examinando sua estrutura, personagens, temas e impacto emocional, enquanto destaca as camadas de suspense que permeiam a história. O enredo de Um Lugar Bem Longe Daqui é estruturado em duas linhas tem...
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Vitor Zindacta
CRÍTICA: Vingança (2025)
Imagem: Reprodução "Vingança" ( Revenge , no título original), lançado em 25 de abril de 2025 no Prime Video, é um thriller de ação dirigido pela aclamada cineasta francesa Coralie Fargeat, conhecida por seu trabalho visceral em "A Substância" (2024). Estrelado por Matilda Lutz, Kevin Janssens, Vincent Colombe e Guillaume Bouchède, o filme é uma reimaginação do clássico de exploitation de 2017, mas com uma abordagem renovada que intensifica o feminismo feroz e a estética estilizada de Fargeat. A trama segue Jen, uma jovem que acompanha seu amante casado em uma caçada anual no deserto, apenas para ser traída, violentada e abandonada para morrer. Sua jornada de sobrevivência e retaliação forma o cerne de um filme que combina violência gráfica, comentário social e uma narrativa de empoderamento. A estreia no Prime Video, após exibições em festivais como o SXSW 2025, gerou buzz significativo, com posts no X, como o de @CINEMA505, celebrando sua chegada ao streaming. Est...
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Vitor Zindacta
CRÍTICA: Um pequeno favor (2018)
"Um Pequeno Favor" ( A Simple Favor ), lançado em 2018, é um thriller cômico dirigido por Paul Feig, conhecido por sua habilidade em mesclar humor e narrativa envolvente em filmes como "Missão Madrinha de Casamento" (2011). Baseado no romance homônimo de Darcey Bell, com roteiro adaptado por Jessica Sharzer, o filme combina suspense, comédia e drama, centrado na improvável amizade entre duas mulheres: Stephanie Smothers (Anna Kendrick), uma mãe solteira e vlogueira, e Emily Nelson (Blake Lively), uma sofisticada relações-públicas com uma vida aparentemente perfeita. A trama, que começa com um misterioso desaparecimento, desdobra-se em um jogo de manipulações, segredos e reviravoltas, conquistando tanto críticos quanto público por sua originalidade. Com um elenco de apoio que inclui Henry Golding e Andrew Rannells, o filme se destaca pela química entre suas protagonistas e por um tom que oscila entre o sarcástico e o absurdo. Esta crítica analítica explora o enredo, ...
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Vitor Zindacta
CRÍTICA: Outro pequeno favor (2025)
Imagem: Primevideo/Reprodução "Outro Pequeno Favor" ( Another Simple Favor ), lançado em 1º de maio de 2025 diretamente no Amazon Prime Video, é a aguardada sequência do thriller cômico de 2018, " Um Pequeno Favor ". Dirigido novamente por Paul Feig e com roteiro de Jessica Sharzer, baseado nos personagens criados por Darcey Bell, o filme reúne Anna Kendrick e Blake Lively reprisando seus papéis como Stephanie Smothers e Emily Nelson. Ambientado na glamourosa ilha de Capri, na Itália, a trama envolve um casamento extravagante, um assassinato e uma série de reviravoltas que tentam recapturar a energia excêntrica do original. Com um elenco estelar que inclui Henry Golding, Andrew Rannells e novos rostos como Allison Janney, o filme aposta na química entre suas protagonistas e em um tom exagerado para entreter. No entanto, apesar de momentos divertidos, "Outro Pequeno Favor" luta para superar as limitações de sua trama sobrecarregada e a sombra do sucesso cul...
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