Foto: Arte digital APRESENTAÇÃO Um ex-professor, ex-alcoólatra, ex-pai de família.Um homem atormentado pelo passado encontra num bilhete de loteria premiado a oportunidade de vingança que sempre almejou. Seu algoz? Ninguém menos que o Presidente da República. Uma jornada arriscada onde uma prostituta suicida, um amigo sem memória, um advogado assassino e um traficante vaidoso embaralham os conceitos de certo e errado; onde a morte não é a última das consequências, mas, sim, o início de um longo caminho. Afinal, como bem disse Shakespeare, é a tentativa, e não o ato, o que nos aniquila. RESENHA A obra o homem que explodiu o presidente é uma obra de ficção escrita por Thiago Barroso, publicado pela editora flyve. O enredo se inicia com um enunciado provocante, sobre como o personagem, Otelo, matou o presidente e a si próprio usando explosivos, ele documentou tudo de forma antecipada em fitas de audio documentadas em um estojo de alumínio dentro da gaveta de uma mesa. Bom, se você está ou...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #982] Norton, de T.R. Sacoman
Norton é um garoto que, como toda criança nascida no início da década de 1980, gosta de jogar bola na rua com os colegas, subir nas árvores da praça e olhar as estrelas, mas que vê sua vida mudar quando, aos sete anos, ouve seu avô chamá-lo de “mariquinhas”. Entre a descoberta do significado dessa palavra e o entendimento de seus sentimentos, Norton travará uma luta contra quem ele realmente é. Na tentativa de atender às expectativas de sua família, irá magoar a si e aos amigos mais próximos, até descobrir o verdadeiro amor. Uma história emocionante de descobertas e de busca por identidade numa época em que ser diferente era arriscar a própria existência. Mas o que é a vida senão um grande risco? RESENHA Norton é um livro interessante em sua premissa, mas, que, infelizmente, não se destaca muito dos outros livros do mesmo gênero. O autor busca em seu livro com 396 páginas desenvolver a caminhada da história de Norton, desde a descoberta de sua sexualidade até a chama do primeiro amor. ...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #974] Sinto muito por não sentir mais nada, de Tutu Machado
Foto: Arte Digital / Canva / Direitos Reservados Começar pelo fim pode ser errado, mas também conceitual. Pode ser esquisito, mas também necessário. Pode ser sobre o que já foi, mas também sobre o que é hoje. Partindo de um término abrupto, o poeta recolhe seus cacos e remonta o espelho como quer. Pode ser doído, mas é seu remédio. Em sinto muito por não sentir mais nada, o autor tenta dar sentido ao sentimento (e à falta dele). O jeito que encontrou para amenizar a dor do término de um relacionamento longevo foi escrever enquanto acompanhava a evolução do próprio luto. O que não virou lágrima, virou poesia; e hoje é livro. Hoje é livre. Quem já passou por baixo do rolo compressor que é um “adeus” vai entender tudo nestas páginas. Nelas, o final é triste e feliz — primeiro um, depois o outro. RESENHA Em "Desculpe por não sentir mais nada", Tutu Machado nos convida a mergulhar em uma obra que começa pelo fim, desafiando as convenções e nos levando por uma experiência conceitua...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #683] Humano, de Yan V.S. Machado
Arte gráfica / Este livro merece estar em um quadro, para que todos possam ver sua beleza. APRESENTAÇÃO Milênios atrás, os gregos avisaram: “Conhece-te a ti mesmo”. Mas duvido que alguém consiga ir até as profundezas de si e voltar para contar a história. Nós somos o grande mistério, escondendo nossas faces de nós mesmos e dos outros. Fingimos saber quem fomos, somos e podemos ser a cada minuto do dia, porém basta parar e refletir um pouco, e logo não queremos pensar mais. Talvez não exista nada a temer mais do que espelhos. Os reflexos que estão fora e, principalmente, os que estão dentro de nós. Somos fortes e fracos, tão complexos, mas tão simples. Rimos, choramos, nos apaixonamos com a mesma facilidade com que quebramos. No fim, somos humanos, e isso basta para dormirmos a noite, mesmo quando descobrimos que os monstros não estão embaixo, e sim em cima das camas. Não tenho ideia de como você lerá esses versos, se vão te fazer companhia em uma noite fria ou no calor de um ônibus lot...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #679] Acorrentada pela mente, de Claudia Carvalho
APRESENTAÇÃO Ser filha de uma portadora de doença psiquiátrica, além de não ser bom, traz muito sofrimento. Não é bom, porque você não pode contar com a mãe em nenhum momento, pois ela quem precisa de ajuda. Traz sofrimento, além de sensação de abandono, rejeição e, como se não bastasse, ainda tem o preconceito em todo lugar que você passa. Preciso destacar que os rótulos que recebi foram duros de aguentar, como: Aquela ali é a filha da doida; Claudia tem duas caras; Nossa, que gênio difícil a Claudia tem!; Será que ela é doida igual à mãe dela? Sentia-me diferente o tempo todo e ficava com muito medo de ter herdado o transtorno afetivo bipolar que ela tinha. Minha mãe biológica não está mais entre nós, ela se foi aos 58 anos de idade e eu sinto muito, porque só agora percebo a dimensão do peso que ela carregava nos ombros. Espero profundamente que essa obra literária desperte pessoas que ainda não se atentaram para esse e outros transtornos que dificultam a vida, como, manter um ...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #597] O garoto que salvou o pop punk, de Alexander Cooper
APRESENTAÇÃO Já pensou como seria viver em um mundo onde guitarras, baterias e bandas de Rock são proibidas? Janick e sua turma não tinham conhecimento sobre o que era nada disso, pois no passado, com o avanço do movimento Punk, o governo do mundo todo decidiu proibi-las. Porém, com a ajuda de um velho sábio, o grupo de adolescentes rebeldes enfrenta muitas dificuldades para conseguir lutar pelos seus sonhos, ao som de músicas bastante inspiradoras. RESENHA O garoto que salvou o pop punk é um livro de ficção [distopia] escrito pelo autor Alexander Cooper e editado pela editora Flyve. A obra é, segundo o autor, um resgate dos anos dourados do pop punk na cultura brasileira que foi perdendo fãs e adeptos com o passar dos anos, desta forma, o livro funciona como um mecanismo de conexão entre o leitor e o estilo musical. O enredo é totalmente desenvolvido dentro de uma analogia com a realidade, o autor trabalhou a noção de abandono e esquecimento real [da diminuição do público do pop punk]...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #596] Convencional 80s, de Rodrigo Seara
APRESENTAÇÃO No seu livro de estreia, Rodrigo Seara nos apresenta 12 contos que transitam por diversos gêneros e sensações, desde o horror repulsivo ao romance de beira de estrada. São histórias fortes, bem elaboradas e baseadas na experiência de alguém que ocupa seu tempo livre com muito “rock”, filmes e autores perturbados. RESENHA Convencional 80s e outras histórias é o primeiro livro do autor mineiro Rodrigo Seara. Editado pela Flyve editora, o livro possui em sua estrutura um emaranhado de contos de terror em suas páginas, cada qual com sua particularidade criativa. As narrativas dialogam-se em categorias não arbitrárias do imaginativo popular, os contos desenvolvem-se em poucas páginas como crônicas e delineiam acontecimentos de horror reflexivo, em suma, o autor desenvolve os contos com uma crítica social nas entrelinhas, a obra torna-se palpável para todo leitor que deseja uma nova experiência descritiva no universo do terror. O primeiro conto, a velha no telhado , é ...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #595] O poder transformador da comunicação, de Allan Marques
APRESENTAÇÃO "Você é quem você diz que é. Você faz o que você diz que é capaz de fazer. Você tem o que você diz que merece ter. Você chegará aonde você diz que é capaz de chegar" Já se perguntou como um simples carpinteiro conseguiu se tornar conhecido em todo o mundo como Jesus Cristo, o filho de Deus? E qual seria a probabilidade de um músico que perdeu a sua audição conseguir realizar o inimaginável: compor músicas apesar da surdez? E como poderia um homem que perdeu o seu filho primogênito criminosamente, além de ter sofrido os horrores dos campos de concentração nazistas, onde morreram parentes, amigos e esposa, ainda assim ser capaz de reunir forças para viver uma vida longa e feliz? Todas essas histórias e muitas outras que você encontrará neste livro, são reais e só foram possíveis de acontecer por causa da existência de um poder capaz de exercer o domínio sobre todas as coisas, inclusive aquelas aparentemente impossíveis. Convido você a conhecer esse poder que habit...
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