Foto: ABM A Síndrome de Burnout (Esgotamento Profissional) emergiu, nas últimas décadas, de um mero constructo psicossocial para uma entidade clínica de relevância jurídica incontestável no Direito do Trabalho brasileiro. Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e incorporada na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11), o Burnout é conceituado como uma síndrome resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso. No Brasil, a jurisprudência e a legislação previdenciária consolidaram o entendimento de que, uma vez comprovado o nexo causal entre o diagnóstico e a atividade laboral, o Burnout se equipara a uma doença ocupacional ou acidente de trabalho . Tal equiparação transcende a esfera médica, estabelecendo um complexo quadro de deveres para o empregador e de direitos para o empregado, com profundas implicações na responsabilidade civil e na estabilidade do vínculo empregatício. O presente artigo visa analisar, em ...
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Vitor Zindacta
A Síndrome de Burnout no Âmbito Laboral Brasileiro: Implicações Jurídicas, Direitos do Empregado e Responsabilidade Empresarial
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Pré-venda: romance lésbico, mistério e nostalgia millennial marcam estreia de Rai Gradowski
Divulgação Em “Cercas Vivas” (Editora Zouk), autora explora memória, amadurecimento e dilemas afetivos a partir da herança de uma casa "Um romance com uma voz original e uma história envolvente, que se desenrola em direções inesperadas." Carol Bensimon, escritora, no blurb da obra A escritora curitibana Rai Gradowski estreia na literatura com “Cercas Vivas” (Editora Zouk ), romance que está em pré-venda e combina amadurecimento, dilemas morais e um vínculo interrompido pelos trânsitos da juventude. Narrado em primeira pessoa por Bianca, a obra acompanha a jovem que, ao herdar a casa da avó, precisa lidar com as memórias afetivas do lugar, revisitar os sentimentos da adolescência e enfrentar o mistério que envolve o passado familiar. O livro conta com texto de orelha da escritora Julia Dantas e blurb de Carol Bensimon. Dividido em 18 capítulos, o livro se destaca pelo ritmo fluido, a linguagem visual e a construção de personagens que dialogam com experiências urbanas contem...
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Vitor Zindacta
Pesquisadora mostra como patriarcado e a violência de gênero apaga mulheres em novo livro
Divulgação Em “Por que nos querem esquecidas?”, fruto da tese de doutorado pesquisadora da UFCA Vitória Gomes, mostra como a exclusão das mulheres na história é uma política de dominação que precisa ser desfeita Resultado da tese de doutorado e com atualizações de pesquisas feitas nos últimos três anos, Vitória Gomes lança “Por que nos querem esquecidas? Patrimônios, matrimônios e a descolonização da memória” (Editora da Universidade Estadual do Ceará, 2025, 290 págs.), obra que mergulha nas relações entre gênero, memória e colonialidade, propondo uma reflexão urgente sobre como as estruturas de poder têm perpetuado esquecimentos sistemáticos das mulheres, especialmente negras, indígenas, periféricas, LGBTQIA+ e com deficiências. O livro integra a Coleção Territórios de Criação, fruto do edital da Secretaria da Cultura do Ceará realizado via Lei Paulo Gustavo. A obra surgiu de uma inquietação pessoal da autora. Ao estudar a etimologia da palavra “patrimônio” – que, da sociedade roma...
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Vitor Zindacta
Ana Paula Couto explora maturidade feminina com humor e sensibilidade
"Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes.” Ana Paula Couto, autora de “Amor de Manjericão” e “Amor de Alecrim” A escritora e professora Ana Paula Couto lança "Amor de Alecrim", sequência de " Amor de Manjericão " (2022). O novo romance mergulha na vida de Amanda, uma mulher que, aos 50 anos, enfrenta desafios como crise conjugal, menopausa e a descoberta de novas paixões, tudo temperado pelo lirismo e pelo humor característicos da autora. "Quis retratar uma fase pouco explorada na literatura: a maturidade cheia de dúvidas, mas também de possibilidades", explica Ana. A protagonista, que no primeiro livro superou um divórcio e um affair com um homem mais jovem, agora se depara com a aposentadoria, os dilemas da maternidade e o reencontro com um amor do passado. "Amanda é toda mulher que precisou se reinventar. O alecrim, assim como o manjericão, simboliza essa jornada de autoconh...
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Vitor Zindacta
Academia Mineira de Letras entrega Prêmio AML 2025 a Maria do Carmo Ferreira por “Poesia reunida”, no dia 28 de outubro
A Academia Mineira de Letras realiza, no dia 28 de outubro , às 19h30 , a cerimônia de entrega do Prêmio Academia Mineira de Letras 2025 , que consagra o livro Poesia reunida (Martelo Casa Editorial, 2024), de Maria do Carmo Ferreira, como a grande obra vencedora desta edição. A solenidade contará com a presença dos organizadores Fabrício Marques e Silvana Guimarães , do sobrinho da poeta, Rogério Ferreira Cardoso , e do presidente da AML, Jacyntho Lins Brandão . O Prêmio Academia Mineira de Letras , que tem patrocínio da Fundação Lucas Machado (Feluma) , concede R$ 40 mil à autora laureada. A distinção é concedida anualmente por indicação dos acadêmicos da AML e reconhece livros lançados por autores mineiros — ou radicados em Minas Gerais há pelo menos cinco anos — no ano anterior à premiação. Publicada pela primeira vez em formato de livro, Poesia reunida, de Maria do Carmo Ferreira ...
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Vitor Zindacta
Danilo Heitor, finalista do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica, reflete sobre política, emergência climática e relações humanas
Divulgação Publicado pela Editora Folheando, os 25 contos de ficção científica do livro “Quase Agora” explora futuros possíveis a partir de cenários distópicos, utópicos e tecnológicos; dois contos da obra foram finalistas do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica em 2024 e 2025 Escrito entre 2020 e 2023, "Quase agora" (212, págs.,Editora Folheando) é o novo livro de Danilo Heitor , professor, editor e escritor paulistano. A coletânea reúne 25 contos de ficção científica que transitam entre a imaginação futurista e as tensões do presente, explorando desde os impactos de tecnologias ainda inexistentes até encontros improváveis entre civilizações e temporalidades. “Sempre fui fã de ficção científica, principalmente por conta das discussões políticas e sociais que ela levanta”, explica o autor. “Os contos nasceram de reflexões sobre as consequências da tecnologia e das relações de poder em nosso cotidiano.” A obra está dividida em quatro blocos. Em "Novas tecnologias...
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