“As imagens de Rodrigo não têm obrigação com nitidez, pois são elas, também, banhadas pelo líquido que as leva à vista. Vista essa que, marejada, antecede o processo de criação: o autor as vê banhadas e as conduz a um novo destino ondulado.” Trecho do prefácio da escritora Júlia Vita “Refinaria” (120 págs.) , estreia literária do jornalista e editor fluminense Rodrigo Cabral ( @rodrigocabral000 ), é composto por poemas que tentam apreender o processo de transformação da paisagem geográfica da Região dos Lagos (RJ) e da própria memória. Lançada durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2024, a obra, publicada pela Sophia Editora ( @sophiaeditora ), conta com ilustrações do artista visual Rapha Ferreira. A orelha foi assinada pelo escritor Thiago Freitas e o prefácio é da autoria da editora e escritora Júlia Vita, que também trabalhou na edição do livro. Na obra, a poesia é utilizada como ferramenta para explorar cenários em constante mu...
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Vitor Zindacta
Rodrigo Cabral lança “refinaria”, livro que constrói geografia íntima a partir das transformações das paisagens do Rio de Janeiro
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Vitor Zindacta
Resenha: MST: A construção do comum, de Susana Bleil
APRESENTAÇÃO Publicada originalmente em francês sob o título “Vie et luttes des Sans Terre au sud du Brésil”, a obra é o resultado da imersão que autora por quatro anos no assentamento Santa Maria (Copavi), em Paranacity, no noroeste do Paraná, fundado em 1993.Além de registrar a história de uma das mais bem sucedidas experiências do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Bleil usa a sociologia para analisar a complexidade e os desafios de convivência, produção e resistência na luta pela reforma agrária no Brasil. Com seu trabalho etnográfico a autora revela em detalhes o funcionamento da cooperativa e como são tomadas as decisões políticas e as dificuldades da construção coletiva.Trata-se de leitura fundamental para todas as pessoas que pretendem compreender melhor a história do MST e os valores que o presidem. RESENHA A obra "A Construção do Comum", da socióloga Susana Bleil, oferece uma análise profunda e intimista do assentamento Santa Maria, parte do Movimento dos ...
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Vitor Zindacta
Resenha: A cabeça da medusa: e outras lendas gregas, de Orígenes Lessa
APRESENTAÇÃO A rica mitologia grega, com seus deuses e heróis, é referência até os dias atuais, em várias áreas de estudo. Em A cabeça de Medusa e outras lendas gregas, Orígenes Lessa, baseado na obra do escritor norte-americano Nathaniel Hawthorne, reconta seis narrativas maravilhosas.Nesta obra estão presentes algumas das mais famosas lendas gregas, como: A cabeça de Medusa, A caixa de Pandora, O toque de ouro, O cântaro milagroso, A quimera e As três maçãs de ouro. A linguagem ágil de Orígenes nos transporta à história da civilização da Grécia Antiga e à origem de mitos importantes e significativos presentes até hoje na cultura ocidental.O livro conta com as belíssimas ilustrações de Cláudia Scatamacchia. É leve, divertido e atual como todo clássico. Um livro para ser lido com a imaginação. RESENHA "A Cabeça da Medusa: E Outras Lendas Gregas" é uma antologia de histórias da mitologia grega adaptadas por Orígenes Lessa. Este fascinante compêndio nos oferece a oportunidade ...
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Vitor Zindacta
Resenha: O negro no Brasil hoje, de Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes
APRESENTAÇÃO Para entender “nossa” história e “nossa” identidade é preciso começar pelo estudo de todas as suas matrizes culturais. Neste livro muito bem ilustrado, os autores tentam contar um pouco da história esquecida dos povos africanos que ajudaram a construir o país em que vivemos, um país que pertence a todos os brasileiros sem nenhuma distinção. RESENHA A obra "Negro no Brasil de Hoje", escrita por Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, é um marco na literatura brasileira que investiga a identidade negra no contexto contemporâneo, compilando reflexões profundas sobre a história, cultura e desafios enfrentados pela população negra no Brasil. Munanga e Gomes não apenas respondem a questões cruciais sobre quem somos como povo, mas também nos levam a compreender a riqueza e a complexidade da formação da identidade brasileira, que é um verdadeiro mosaico cultural. Aprender e conhecer sobre o Brasil e sobre o povo brasileiro é aprender a conhecer a história e a cultura de vá...
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Vitor Zindacta
Como escrever um Dark Romance
Foto: Alibaba / Google Images Dark romance é o gênero de romance mais lido na plataforma da Amazon, nos afiliados do Amazon Kindle KDP (Kindle Direct Publishing) e se tornou uma febre mundial, alcançando mais de dois bilhões de leitores digitais ao redor do globo. Muitos autores da plataforma se consagraram escrevendo sobre o gênero, entre os autores mais populares podemos citar: Ellie Morgan, Vitor Zindacta, Luciane Rangel, J. T. Geissinger, Jéssica Oliveira, dentre outros. Acredita-se que a obra mãe do gênero seja o livro cinquenta tons de cinza, da autora americana E.L. James, que abriu as portas para diversas e milhares de publicações dentro do gênero. Diferente do romance romântico, o Dark Romance configura-se como sendo uma opção válida para leitores de livros baseados em máfia, magnatas, milionários ou bilionários. O gênero nada mais é do que um enredo que trabalha temas sensíveis, como uso de drogas, abuso de autoridade, crimes, máfia, lavagem de dinheiro, dentre outros tóp...
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Vitor Zindacta
Resenha: O filho do pescador, de Texeira & Sousa
APRESENTAÇÃO Esta edição de O filho do pescador, cuidadosamente preparada pela Sophia, tem o objetivo de fornecer aos leitores ferramentas para que apreendam detalhes preciosos do romance de Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa. Estão contextualizados, por exemplo, termos em latim, referências à mitologia grega, logradouros do Rio de Janeiro antigo e palavras comuns ao português falado no Brasil durante o século XIX. O filho do pescador foi publicado em 1843. É apontado por estudiosos como o primeiro romance brasileiro. Com a reedição desta obra, a Sophia – cabo-friense, assim como o autor – pretende colaborar com a difusão da obra de Teixeira e Sousa, cujo protagonismo merece ser amplamente reconhecido. Esta edição exclusiva tem 596 notas de rodapé elaboradas por Gustavo Rocha, doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ). Teixeira e Sousa deixou uma vasta produção literária, conforme nos conta Hebe Cristina da Silva no prefácio: romances [O Filho do Pescador (1843)...
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Vitor Zindacta
10 Razões Para Ler "Forte como a Morte", de Otto Leopoldo Winck
1. Narrativa Complexa e Envolvente: "Forte como a Morte" é um romance que tece de forma magistral três histórias distintas, criando uma trama fascinante que prende a atenção do leitor. 2. Riqueza de Referências : A obra está repleta de referências teológicas, filosóficas e literárias, oferecendo uma experiência intelectualmente estimulante para o leitor. 3. Abordagem da Teologia da Libertação : O romance explora com profundidade os temas da teologia da libertação, trazendo à tona questões de justiça social e opção preferencial pelos pobres. 4. Diálogo com a Mística Cristã: Winck mergulha nas noções de sofrimento, sacrifício e transcendência presentes na tradição mística cristã, conferindo à narrativa uma dimensão espiritual. 5. Questionamento da Fé e da Razão: A obra convida o leitor a refletir sobre a relação entre fé, razão e mistério, explorando as limitações da linguagem e do conhecimento racional. 6. Influências Filosóficas : O romance dialoga com o pensamento de filó...
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Vitor Zindacta
10 motivos para ler "Althusser e o materialismo aleatório"
1. Compreender a última fase do pensamento de Louis Althusser O livro "Althusser e o materialismo aleatório" se debruça sobre a última fase da obra deste influente filósofo marxista, explorando os desdobramentos de suas reflexões sobre encontro, forma e materialismo aleatório na década de 1980. Entender essa etapa final do pensamento althusseriano é fundamental para acompanhar a evolução de suas ideias e sua contínua relevância para o debate marxista contemporâneo. 2. Analisar a relação entre encontro e forma na política e no direito Um dos eixos centrais da obra é a investigação da relação entre encontro e forma, que perpassa a produção de Althusser e atinge seu ápice em textos como "A corrente subterrânea do materialismo do encontro". Os autores demonstram como essa temática ilumina questões cruciais da política e do direito, revelando a importância da forma jurídica para a compreensão da sociabilidade capitalista. 3. Compreender a crítica althusseriana à noção de...
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