Margarete Chinaglia é pesquisadora sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e pode falar sobre o tema com propriedade, pois conviveu com ele em casa. Mãe de uma jovem com o transtorno, ela precisou buscar conhecimento para auxiliar a filha a lidar com o déficit de atenção. No e-book gratuito “Transforme o TDAH em seu aliado”, que acaba de lançar, a escritora pretende compartilhar seu aprendizado e experiências para esclarecer dúvidas sobre o assunto e ajudar outros que enfrentam os mesmos desafios. Na época em que a filha de Margarete foi diagnosticada com TDA, há 20 anos, pouco se falava sobre o assunto. Segundo Chinaglia, esse período foi de muito sofrimento até que as duas aprendessem a driblar as dificuldades do transtorno. “Isso só aconteceu mesmo na fase adulta”. - Eu consegui um diagnóstico para minha filha. Porém, fico imaginando a quantidade de crianças que precisavam ser diagnosticadas, mas não foram, talvez por falta de conhecimento da ...
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Vitor Zindacta
[CRÍTICA] O menino que matou meus pais
O ator Leonardo Bittencourtc como Daniel Cravinhos | reprodução | post literal SINOPSE O Menino que Matou Meus Pais parte da perspectiva de Suzane Von Richthofen (Carla Diaz), que, em 2002, foi acusada junto ao seu namorado, Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt), de cometer o brutal assassinato de seus pais, Manfred von Richthofen (Leonardo Medeiros) e Marísia von Richthofen (Vera Zimmermann), caso criminal que chocou o país. - O menino que matou meus pais é um thriller policial brasileiro dirigido por Maurício Eça, com lLana Casoy e Raphael Montes (autor do best-seller "jantar secreto), o filme foi lançado no dia 24 de setembro de 2021 na plataforma de streaming Amazon Prime Vídeo, ficando em 1º de audiência na plataforma em sua semana de estreia. O filme narra um dos casos mais sombrios e absurdos já noticiados no Brasil, o caso Richtofen, onde Suzane Von Richtofen matou os próprios pais com ajuda do namorado Daniel Cravinhos e do irmão Cristian Cravinhos, afim, de, segundo e...
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[CRÍTICA] A menina que matou os pais
A Menina que Matou os Pais se passa em 2002, quando um crime cometido em São Paulo chocou o Brasil. A jovem Suzane von Richthofen (Carla Diaz), junto ao seu namorado Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) e seu irmão Cristian (Allan Souza Lima), assassinaram seu pai Manfred von Richthofen (Leonardo Medeiros) e sua mãe Marísia (Vera Zimmerman). Dezoito anos depois, o caso é revisitado em A Menina que Matou os Pais sob o ponto de vista de Daniel, que revela seus motivos para participar do assassinato. - A menina que matou os pais é um thriller policial brasileiro dirigido por Maurício Eça, com lLana Casoy e Raphael Montes (autor do best-seller "jantar secreto), o filme foi lançado no dia 24 de setembro de 2021 na plataforma de streaming Amazon Prime Vídeo, ficando em 1º de audiência na plataforma em sua semana de estreia. O filme narra um dos casos mais sombrios e absurdos já noticiados no Brasil, o caso Richtofen, onde Suzane Von Richtofen matou os próprios pais com ajuda do namo...
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Vitor Zindacta
Resenha: Espumas flutuantes, Castro Alves
Espumas Flutuantes, de Castro Alves, publicado em 1870, é a única obra lançada em vida pelo poeta e concentra, com intensidade quase febril, os grandes eixos de sua produção: o lirismo amoroso, a exaltação política, a consciência trágica da morte e a reflexão sobre o próprio fazer poético. O livro se abre com um “Prólogo” que já estabelece a metáfora central da obra, comparando os versos à espuma do mar, imagem que traduz simultaneamente beleza, movimento e transitoriedade. Ao definir seus poemas como “— Um punhado de versos... —espumas flutuantes no dorso fero da vida!...” (p. 2). O autor reconhece a fragilidade da arte diante do tempo, mas também afirma sua origem sublime, nascida do choque entre mar e vento, coração e mundo. A espuma é efêmera, mas brilha; dissolve-se, mas marca o instante com fulgor, e assim se constrói o tom da coletânea. Ao longo do livro, percebe-se a tensão constante entre o desejo intenso de viver e a sombra da morte que ronda o poeta. Em “Mocidade e Morte”, o...
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Vitor Zindacta
[ANÁLISE] Poema Sujo, Ferreira Gullar
ANÁLISE DA OBRA "POEMA SUJO", DE FERREIRA GULLAR O AUTOR Em 1970, Ferreira Gullar é obrigado a deixar o Brasil, vivendo em várias cidades, foi em Buenos Aires, que o poeta escreveu em 1975 entre maio e outubro o “Poema Sujo” que foi muito bem acolhido pelos intelectuais. Eram realizados encontros e foi na casa de Augusto Boal, em Buenos Aires, entre grupo de amigos, liderados por Vinícius de Moraes que conheceram e se apaixonaram pelo “Poema sujo”, assim Vinícius de Moraes leva o poema para o Rio de Janeiro escondido em fita-cassete, por razões de segurança. Já no Brasil Vinícius promove sessões de audição privada para intelectuais e jornalistas, e o editor Ênio Silveira resolve publicá-lo no ano seguinte, sem a presença do poeta, ainda exilado. Esse poema abriu as portas para o seu retorno ao país, que foi em março de 1977. OS CRÍTICOS A crítica foi benevolente com o poema, segundo: Vinícius de Moraes, esse “é o mais importante poema escrito em qualquer língua nas últimas dé...
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