Primeiramente, fale-nos um pouco sobre você. Meu nome é Eliane. Escrevo desde que conheci os livros, fiquei fascinada e já comecei a criar meus livrinhos com folha de papel sulfite e publicar poemas no jornal do bairro em que morava na adolescência. Sou fascinada por histórias que sejam boas e que te envolvam de verdade. Fico impressionada de quanto as histórias enriquecem nossas vidas, aprendemos com as experiências de outros, com seus erros e acertos, com seus sentimentos e vivências. Conseguimos uma sabedoria que vai além. Acho que boas histórias falam com a nossa alma, com aquilo que há de menos evidente nos nossos corações ou nas nossas sombras. Ops, era para falar de mim e já estou falando de histórias... Sou paulistana, vivo em São Paulo com meu marido, meus filhos Ale e Zizi e meus cachorros Lucke e Rocky. Adoro brigadeiro e doces em geral. Nada melhor que uma xícara de café com um brigadeiro do lado. Gosto do ar livre e de tudo aquilo que me faz sonhar acordada. ...
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Vitor Zindacta
[#LeiaNacional] Entrevista com Raul Marques, autor de ❝Vidas Entrelaçadas❞
Primeiramente, fale-nos um pouco sobre você. Nasci em São Paulo e moro no Interior do Estado. Sou jornalista formado e trabalhei por 12 anos como repórter. Visitei o Haiti e escrevi mais de 500 reportagens. Desde 2016, eu me dedico exclusivamente à escrita de livros, sobretudo literatura infantojuvenil, biografia, poesia e obras para empresas. Também edito, reviso, participo de eventos literários e desenvolvo campanhas para incentivar a leitura com as crianças. Estou sempre com a família. Há quanto tempo você escreve, como começou? Comecei a escrever crônicas na época da faculdade, entre 2001 e 2002. Publiquei a coletânea de poemas O fim do silêncio em 2006. O primeiro contato com o universo literário ocorreu com histórias orais contadas pelos meus pais. No ensino fundamental, adorava visitar a biblioteca da escola. Desde então, nunca mais parei de ler. Você teria algum segredo de escrita? Algo que faça com que você se sinta inspirada/o antes de iniciar ...
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Vitor Zindacta
[#LeiaNacional] Entrevista com Natanny Souza, autora de ❝1969 - uma história de amor de Woodstock❞
Primeiramente, fale-nos um pouco sobre você. Eu sou a Natanny (ou Nath, ou até SeokNath) tenho 21 anos e sempre fui leitora desde de muito pequena. Tenho uma paixão muito grande por animais, por isso minha antiga graduação era medicina veterinária, mas a paixão pela escrita e pelas palavras falou mais alto e atualmente estou cursando letras. Sou muito fã do mundo geek em geral e vivo com a cabeça no mundo dos livros até os dias atuais. Há quanto tempo você escreve, como começou? Estou neste mundo da escrita há oficialmente 10 anos, desde que eu tinha 12. Comecei de bobeira, seguindo o ritmo da loucura adolescente pela saga "Crepúsculo". Escrevi uma história de fantasia com a temática de vampiros com algumas reviravoltas bobas. De qualquer maneira nunca postei essa história em lugar nenhum (graças a Deus). Escrevi também várias histórias que nunca foram publicadas, na verdade. Até que em 2015 decidi publicar, mas de um jeito meio “diferente”; descobri u...
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Vitor Zindacta
[#LeiaNacional] Entrevista com Luiza Possamai Kons , autora de ❝Ângela❞
Luiza Possamai Kons nasceu em Assis Chateaubriand, em 1993, no oeste do Paraná. Cidade marcada pelos ciclos de produção agrícola e suas consequências. É Doutoranda em História pela UFPR, Mestre em Artes pela UNESPAR e graduada em Jornalismo pela UFSC. Primeiramente, fale-nos um pouco sobre você. Gosto de experimentar coisas. Tentar. Sou fotógrafa e escritora. Levei anos para poder dizer “sou artista”. Sempre tive medo de ser insuficiente. Que rissem de mim. Sei que não caminho só, nesses pensamentos. Levei dias para ter coragem de responder essa entrevista por achar que não saberia me expressar. Acredito que a literatura e as artes visuais são uma forma de resistência: da necessidade de narrar e entender o contexto histórico em que vivo. Uma forma de exercitar o ético e estético. Sou Doutoranda em História pela Universidade Federal do Paraná, Mestre em Artes pela Universidade Estadual do Paraná, e jornalista pela Universidade Federal de Santa Catarina. Há ...
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Vitor Zindacta
[Primeiras Impressões] As Faces do vazio, de Ellen Costa
Falar deste livro evoca um sentimento de responsabilidade colossal, pois ele fala do vazio. O vazio é a definição da ausência, da falta, da incapacidade de preenchimento ou do abandono persistente de um ser, local ou sentimento. Faces do vazio é um livro carregado de dor. O enredo é trabalhado como forma de diário, de desabafo, quase como uma confissão ou tentativa de botar pra fora todo aquele vazio que estava tomando conta do espaço deixado por outro alguém. Ellen, a autora, descreve com sutileza o poder do luto e da superação. Seus escritos falam de sua amizade com seu primo, que, aos dezesseis anos descobriu estar com leucemia. Até aquele momento, era apenas uma doença, não se tinha a dimensão do que era o câncer e do luto, sobretudo do luto, apenas pela ótica da experiência de sua mãe, que, aos quinze anos perdeu o pai (avô de Ellen). A autora descreve uma proximidade maculada com seu primo, eram realmente muito próximos, ela descrevia o quanto ele tinha força de vontade de v...
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Vitor Zindacta
[Resenha #501] A Mulher na Janela , de A.J. Finn
Anna Fox mora sozinha na bela casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma fobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo (muito) vinho, assistindo a filmes antigos, conversando com estranhos na internet e…. espionando os vizinhos. Quando os Russells – pai, mãe e o filho adolescente – se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela família perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê na casa deles algo que a deixa aterrorizada e faz seu mundo – e seus segredos chocantes – começar a ruir. Mas será que o que testemunhou aconteceu mesmo? O que é realidade? O que é imaginação? Existe realmente alguém em perigo? E quem está no controle? Neste thriller diabolicamente viciante, ninguém – e nada – é o que parece. (Resenha: A Mulher na Janela – A.J. Finn) RESENHA Houve um tempo, por volta dos anos 1950 e 1960, em que o ceticismo intelectual estava em ascensão nos cinemas em relaçã...
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