60 clássicos literários em domínio público para baixar sem medo



A literatura clássica é uma fonte inesgotável de conhecimento e inspiração. Ela nos lembra da história, das ideias e dos valores que definem a humanidade. No entanto, muitas obras clássicas estão protegidas por direitos autorais, o que pode fazer com que seja difícil ou caro para acessá-las.

Nesta matéria, apresentaremos 60 clássicos literários em domínio público, isto é, obras que não estão protegidas por direitos autorais e podem ser baixadas e lidas sem medo de violações de direitos autorais. Essas obras abrangem uma ampla variedade de gêneros, autores e épocas, oferecendo uma visão abrangente da literatura clássica.

Ao longo do artigo, abordaremos:


1. A importância da literatura clássica: Explicaremos por que a literatura clássica é tão importante e por que é fundamental que ela seja acessível a todos.

2. O domínio público: Definiremos o que é o domínio público e como as obras entram nele.

3. 60 clássicos literários em domínio público: Apresentaremos uma seleção de 60 obras clássicas que estão no domínio público e podem ser baixadas e lidas gratuitamente.

Ao final dessa matéria, você terá uma lista de 60 clássicos literários em domínio público que pode baixar e ler com segurança e confiança. Essas obras abrangerão uma ampla variedade de gêneros, autores e épocas, oferecendo uma visão abrangente da literatura clássica.


1. A importância da literatura clássica


A literatura clássica é importante por diversas razões, incluindo:

1. Reflexão da cultura e história: Os clássicos da literatura refletem a cultura de um povo ou de um período da história da humanidade, oferecendo uma visão mais profunda da vida e das ideias que marcaram a humanidade

2. Artistas verdadeiros: Os autores de clássicos são verdadeiros artistas que se dedicam a trabalhar a linguagem de maneira única e a refletir sobre assuntos que sempre farão parte da humanidade

3. Temas atemporais: Os clássicos da literatura abordam aspectos da vida que são de eterno apelo para a humanidade, como o amor, a vida e a morte, tornando-os sempre contemporâneos

4. Enriquecimento do vocabulário: Ler clássicos da literatura enriquece o vocabulário, pois muitas palavras e expressões usadas hoje em dia têm origem em obras clássicas

5. Conhecimento de outras culturas: Ler clássicos é uma chance de conhecer e se aprofundar sobre outras culturas, oferecendo uma visão mais ampla e diversificada da humanidade

6. Formação do pensamento crítico e criativo: A leitura de obras literárias clássicas contribui para a formação do pensamento crítico e criativo, ajudando a desenvolver habilidades de análise e interpretação

Embora os clássicos possam ser considerados difíceis de ler, é importante ler com um dicionário ao lado para consultar o significado de palavras novas. Além disso, é importante que os professores e pais incentivem a leitura de qualidade e criem formas criativas e interessantes para incentivar a leitura de clássicos.


2. Domínio Público: O que é, como usar e por que existe


O domínio público é uma condição jurídica na qual uma obra não possui o elemento do direito real ou de propriedade que tem o direito autoral, não havendo restrição de uso de uma obra por qualquer um que queira utilizá-la. Do ponto de vista econômico, uma obra em domínio público é livre e gratuita. Nesse sentido, domínio público é o antônimo do direito autoral.

Para que uma obra entre em domínio público, ela deve cumprir algumas condições:

  1.  Possuir autores desconhecidos
  2.  Ter seus autores falecidos e ausente herdeiros
  3.  Expirar o tempo de proteção autoral

A proteção do direito autoral surgiu apenas com a invenção da imprensa (1540), tendo como objetivo as obras de arte, literárias e científicas. No Brasil, a lei que vigora atualmente estabelece que as obras que possuem autores desconhecidos, tem seus autores falecidos e ausente herdeiros, ou expiraram o tempo de proteção autoral estão em domínio público.

O domínio público é importante porque permite a livre reprodução e/ou exploração de obras intelectuais, artísticas e criações científicas, sem a necessidade de autorização prévia do autor. Isso permite que as obras sejam utilizadas e adaptadas, mantendo-se viva e atualizada, como nos casos dos clássicos de Shakespeare e Dom Quixote.

3. 60 clássicos literários em domínio público


1. "Dom Quixote" - Miguel de Cervantes

2. "Os Miseráveis" - Victor Hugo

3. "Orgulho e Preconceito" - Jane Austen

4. "Cem Anos de Solidão" - Gabriel García Márquez

5. "Moby Dick" - Herman Melville

6. Franz Kafka - A metamorfose

7. Ser infeliz - Franz Kafka

8. Um médico rural - Franz Kafka

9. "1984" - George Orwell

10. "Odisseia" - Homero

11. "Ilíada" - Homero

12. "A Divina Comédia" - Dante Alighieri

13. "Crime e Castigo" - Fyodor Dostoevsky

14. "Anna Karenina" - Liev Tolstoy

15. "Jane Eyre" - Charlotte Brontë

16. "O Morro dos Ventos Uivantes" - Emily Brontë

17. "Viagens de Gulliver" - Jonathan Swift

18. Cancioneiro, de Fernando Pessoa

19. Livro do desassossego, de Fernando Pessoa

20. O banqueiro anarquista, de Fernando Pessoa

21. O guardador de rebanhos, de Fernando Pessoa

22. Poemas de Alvaro Campos, de Fernando Pessoa

23. Poemas de Ricardo Reis, de Fernando Pessoa

24.  Lady Susan, de Jane Austen

25. Emma, de Jane Austen

26. Amor e Amizade, de Jane Austen

27. Mansfield Park, de Jane Austen

28. A abadia de Northanger, de Jane Austen

29. Persuasão, de Jane Austen

30. Razão e Sensibilidade, de Jane Austen

31. A divina Comédia, de Dante Alighieri

32. Dom Casmurro, de Machado de Assis

33. Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

34. A igreja do Diabo, de Machado de Assis

35.Os lusíadas, de Luiz Vaz de Camões

36. Macbeth, de William Shakespeare

37. O mercador de Veneza, de William Shakespeare

38. A carta, Pero Vaz de Caminha

39. Senhora, de José de Alencar

40. Arte poética, de Aristóteles

41. Este mundo de injustiça globalizada, de José Saramargo

42. O alienista, de Machado de Assis

43. O cortiço, de Aluísio Azevedo

44. Volta ao mundo em 80 dias, de Júlio Verne

45. Alto da barca do inferno, de Gil Vicente

46. A moreninha, Joaquim Manuel Macedo

47. Fausto, Goethe

48. Os sertões, de Euclídes da Cunha

49. Édipo rei, Sófocles

50. Iracema, José de Alencar

51. O Guarani, de José de Alencar

52. Helena, Machado de Assis

53. Triste fim de Policarpo Quarema, de Lima Barreto

54. A escrava Isaura, de Bernardo Guimarães

55.  O primo basílio, de Eça de Queiroz

56. Memórias de um sargento de milícias, Manuel Antônio de Almeida

57. Quincas Borba, de Machado de Assis

58. Os maias, de Eça de Queiroz

59. Adão e Eva, Machado de Assis

60.  Amor e perdição, de Camilo Castelo Branco

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