
Sem despedidas, de Han Kang: a memória congelada como testemunho ético da dor e do silêncio
Em “Sem despedidas”, Han Kang constrói uma obra de densidade emocional e filosófica que ultrapassa os limites do romance convencional para s...

Em “Sem despedidas”, Han Kang constrói uma obra de densidade emocional e filosófica que ultrapassa os limites do romance convencional para s...

Ao longo de Se esse rosto fosse meu , de Frances Cha, constrói-se uma narrativa polifônica que opera simultaneamente como romance social, es...

Em Pessoas Normais , Sally Rooney constrói uma narrativa de aparência simples que, sob análise mais atenta, revela uma complexa investigação...

Na tradição contemporânea do thriller psicológico britânico, “Pedra, Papel, Tesoura”, de Alice Feeney, insere-se como uma obra que ultrapass...

“Meu nome é Emilia del Valle”, de Isabel Allende, insere-se de maneira contundente no conjunto de obras da autora que exploram a interseção ...

No panorama da ficção europeia contemporânea voltada à introspecção emocional e às narrativas de vínculos humanos, O que resta de nós , de V...

A obra O Louco do Cati , de Dyonelio Machado, permanece como um dos romances mais singulares da literatura brasileira do século XX, não apen...

Em Gente Ansiosa , Fredrik Backman constrói uma narrativa que, à primeira vista, parece girar em torno de um assalto mal executado e de um s...

Em “Blackwater I: A Riada”, de Michael McDowell, o leitor é imediatamente arrastado para uma narrativa que combina tradição folhetinesca, at...

O mundo contemporâneo, embora celebre uma autonomia sem precedentes, paradoxalmente aprisiona o indivíduo em uma servidão mental silenciosa,...