MOURA, Juliana: Você não existe: uma obra inspirada pelo universo . Rio de Janeiro: Autografia Editora, 2020, 198p. Este livro é, como diz a autora, uma manifestação de gratidão. Juliana Moura é cristã e conheceu o sentido da vida através de sua participação e vida religiosa, seus ensinamentos e reflexões nos levam à percorrer caminhos não mais percorridos pelas massas. Esta obra é um convite particular e individual da autora para um coletivo de pessoas: todas a quem o livro alcançar. A obra é um misto de ativação de consciência e fluxo de fé e mudança de hábito, as questões aqui abordadas foram transformadas em um caminho de mudança de dentro para fora através de questionamentos e perguntas feitas em momentos específicos da vida. Quem somos nós? quem sou eu? para onde vou? de onde vim? qual a minha missão neste mundo? como entender a vida e toda essa jornada? Essas são apenas algumas questões que nos são apresentadas pela autora, aqui, através da leitura dos capítulos...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #530] Você não existe, uma obra inspirada pelo universo, de Juliana Moura
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Vitor Zindacta
[lançamento] Você não existe, de Juliana Moura
“Quantas vezes você se perguntou qual é o sentido da vida?”. Esta é a primeira de muitas perguntas que Juliana Moura faz ao longo do seu livro Você não existe. Sua obra, em geral, pode ser sintetizada, jamais resumida, a essa questão. Tal interrogação vai se desdobrando nas páginas seguintes revelando aspectos ocultos inerentes ao universo e ao ser humano. É um livro que instiga a participação do leitor a fim de promover uma revolução de consciência através da reflexão e do autoconhecimento. Afinal, ninguém muda ninguém. É uma obra totalmente inspirada pelo universo e tem o propósito de trazer à tona a verdade de cada um desde que este esteja disposto e comprometido com seu próprio processo evolutivo. Evoluir exige consciência. Consciência exige presença. Se este livro chegou até você é porque tem algo valioso a dizer para sua alma. Afinal, nada é por acaso. Leia e descubra, por si só, o que o universo tem para te dizer.
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Vitor Zindacta
[lançamento] A jornada do despertar, de Antonina Buriti
Antonina Buriti lança obra sobre jornada para o despertar A jornada para o despertar durante um relacionamento de duas almas gêmeas que tiveram a oportunidade de viver um amor verdadeiro. É preciso apostar na vida. Essa constitui uma das principais mensagens da obra Jornada do Despertar, escrita pelas mãos da autora Antonina Buriti. É preciso aprender a parar, diz a autora ao leitor. O objetivo deste livro é compartilhar muito do que a autora aprendeu e vivenciou na busca do autoconhecimento, da espiritualidade e do fortalecimento da fé dentro de um relacionamento. Antonina Buriti é engenheira, advogada, executiva, empresária, consteladora sistêmica, reikiana, leitora de aura, mãe e agora escritora. Através de seu primeiro livro, Antonina Buriti conta sua história com seu grande amor, André Luís.
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Vitor Zindacta
[lançamento] A morte também aprecia o jazz, de Edimilson de Almeida
A morte também aprecia o jazz No novo livro de Edimilson de Almeida Pereira, as formas do jazz e de outros ritmos da afro-diáspora levam o poeta a reunir linguagens e artistas dos mais variados tempos, como Dizzy Gillespie e Elizeth Cardoso, além de convocar outras linguagens, entre elas a das pinturas do cubano Wifredo Lam ou a dos versos de León Damas, poeta da Guiana-Francesa. Como escreve Claudete Daflon no texto de orelha, “evocando a morte , Edimilson de Almeida Pereira nos joga em cheio no centro da vida”. E é do centro dessa vida pulsante que esses poemas nos convidam para dançar. O livro conta com posfácio de Michel Mingote Ferreira de Ázara e edição de Bruna Beber.
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Vitor Zindacta
[lançamento] O Girassol, de Oscar Pilagallo
O girassol que nos tinge Em 8 de janeiro de 2023, uma multidão vestida de amarelo tomou conta de Brasília numa manifestação violenta e antidemocrática, em tudo diversa do que pregava o manifesto de mais quarenta anos antes que dá título a este livro. Em 1984, durante a ditadura militar, um documento produzido pela classe artística desfraldava a luta pelo voto direto para presidente e declarava o desejo da sociedade de “usar o amarelo das flores sem medo, o girassol amarelo que nos guia, tinge e alimenta”. A metáfora captava o anseio daqueles que, saindo às ruas em busca da democracia, inauguraram a maior manifestação popular do Brasil: as Diretas Já. Às vésperas dos quarenta anos do movimento, o jornalista Oscar Pilagallo analisa o curso histórico de tais acontecimentos, mostrando como a vontade de votar para presidente estava nas mais diversas esferas da sociedade civil. Com uma linguagem leve, Pilagallo apresenta um painel histórico que vai da formação da convergência democrática à d...
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Vitor Zindacta
[lançamentos] Sequelas, de Karla França
Karla França escreve sobre realidades que viveu ao tentar a sorte em outro país Sequelas , da designer gráfico Karla França, reúne histórias vividas pela autora a partir da sua decisão irrevogável de tentar a sorte em outro país. O recheio do livro mistura personagens inusi- tados, amores encerrados e partidas cheias de saudade. Repleto de humor e de birra, de crise existen- cial e melancolia madura, Sequelas conduz seus personagens e seus leitores às questões pungentes de imigração, do que a vida tem de pior e, acima de tudo, de melhor. Mas o sabor predominante da obra vai além disso: é uma história de superação e redenção, construída por uma personagem dúbia e dupla, feita de arrogância e fragilidade, em busca de si mesma. Não se trata somente de uma obra de quem fincou sua bandeira em outro país, mas compartilha-se o prazer que é traduzir as palavras em vida. Vida que esconde-se por trás das sequelas. O jogo da vida. O livro, com narrativa leve, proporciona uma leitura dinâmica e ag...
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Vitor Zindacta
[Lançamento] Formas feitas no escuro, de Leda Cartum
Formas feitas no escuro Seja em cidades vazias, seja nas profundezas do oceano ou à hora crepuscular em um apartamento, a roda narrativa destes minicontos passa da terceira à primeira pessoa enquanto as formas dos enredos se avolumam. Os personagens — um homem, você e eu — são sujeitos de outros tempos, desde o passado longínquo ao futuro incerto. As histórias estão repletas de tentáculos e novelos que se desenrolam ao infinito, tentando capturar a frequência limítrofe entre a realidade e o sonho. Formas feitas no escuro é um livro quase táctil, que desafia o leitor a flutuar, mergulhar ou voar por mitologias e sabedorias ancestrais. Mas também trata do cotidiano presente, do tédio que invade um quarto, do tempo que corre quando procrastinamos uma tarefa simples. Nele, Leda Cartum propõe uma poética cheia de texturas — da terra úmida, das cascas de folhas secas, da madeira do chão de taco —, num trabalho exíguo com image...
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Vitor Zindacta
[RESENHA #529] Tempo aberto, vários autores
Tempo aberto é uma obra de ficção comemorativa publicada pelo Grupo Editorial Record em celebração aos oitenta anos de existência do conglomerado editorial, que atualmente abarca onze selos que publicam os mais variados gêneros literários. O titulo é uma alusão ao tempo que se encontra em percurso contínuo, assim como o compromisso do Grupo e de seus editores com as publicações e o compromisso com a qualidade do material publicado ao longo dos anos. 80 anos de existência em 8 grandes contos que narram as oito décadas de vida brasileira em períodos históricos que abarcam de 1942 à 2022. As narrativas aqui distribuídas se relacionam com diferentes acontecimentos e críticas, como: o papel da mulher na sociedade, a violência das ruas, o alcance do regime militar durante o período da repressão, a redemocratização, dentre outros. Para tal, reuniu-se nesta edição oito autores inesquecíveis: Nélida Piñon; Alberto Mussa; Francisco Azevedo; Carla Madeira; Nei Lopes; Antônio Torres; Cri...
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