Como escreve: Isabel K. Sparks, autora de ❛As Crônicas de Horgfell - Príncipes de Kahannas❜

A escritora Isabel K. Sparks, reconhecida por suas obras de fantasia, terror e suspense, despertou a atenção dos leitores desde que iniciou sua jornada literária aos 16 anos. Com uma narrativa envolvente e repleta de reviravoltas, ela conquistou seu espaço no mundo literário e se tornou vencedora de três concursos literários.

Nascida em Curitiba, a autora desenvolveu seu talento ao longo dos anos e viu suas histórias ganharem vida nas plataformas digitais. Com o sucesso de suas publicações, Isabel K. Sparks recebeu uma indicação especial do Museu da Palavra, na Espanha, para ser embaixadora da Língua Hispânica no Mundo, destacando sua contribuição para a literatura internacional.

Além de sua carreira como escritora, Isabel tem uma formação acadêmica em Tecnologia de Gestão de Serviços Jurídicos e Notariais pela Universidade Internacional Uninter - Boston. Seu compromisso com a literatura e a cultura também é evidenciado através de sua participação na Academia Independente de Letras (AIL), onde ocupa a cadeira n.185 e contribui para o desenvolvimento da escrita e das letras.

Nesta entrevista exclusiva, teremos a oportunidade de desvendar como Isabel K. Sparks cria suas histórias intrigantes, explorando desde espionagem e traições até amores perigosos, mortes e dúvidas. A autora nos guiará por seu processo criativo, revelando os segredos por trás de seu penúltimo livro, onde uma pandemia ameaça a paz entre dois lados rivais.

Hoje, Isabel nos brinda com sua genialidade nos contando um pouco sobre sua rotina de escrita.



1. Quando decidiu que se tornaria um escritor?

Desde criança eu sempre gostei de escrever histórias, porém aos 16 anos, foi quando eu descobri sobre as plataformas digitais de escrita por meio de uma amiga, escrevi um livro e baseado no feedback positivo que recebi, decidi que eu queria me aprofundar mais e fazer disso uma carreira.


2. Qual foi o seu primeiro livro escrito? Você chegou a concluí-lo? Já abandonou algum projeto de escrita? 

O primeiro livro que escrevi era sobre morte, como agente recolhedor de almas, tirando férias durante o período das cruzadas, logo havia milhares de feridos mas nenhuma baixa e era uma situação catastrófica para todos os envolvidos. O livro não chegou a ser publicado, não me recordo do título, mas, este também foi o primeiro projeto deixado na gaveta.


3. Como você escolhe os temas e o enredo dos seus livros?

Eu escolho os temas baseados em gostos pessoais, logo eu apenas escrevo o que eu gostaria de ler, sempre me colocando na posição de leitora.


4. Você se inspira em algum autor ou obra específica para escrever?

Eu diria que me inspiro muito na técnica de escrita de Anne Rice e em como os vampiros dela são tão maravilhosamente escritos, em minha humilde opinião, assim como adoro os lycans de Greg Cox, a riqueza do universo de Tolkien, as técnicas de H.P. Lovecraft e Edgar Allan Poe. Eu acredito que todos eles são minhas inspirações.


5. Existe algum ritual para se escrever um livro? Qual funciona para você?

O melhor ritual se constitui em música, um lugar silencioso e livre de estresse.


6. Quais são seus livros publicados atualmente? Qual foi o mais complexo?

Contos:

O Gringer

A Proposta

O Caso do Barão de Exeter

O Terror de Olhos Amarelos

À Procura do Amor


Livros:

As Crônicas de Horgfell - Príncipes de Kahannas (Inglês e Português) (Em progresso - Postado em episódios capítulos semanais)

As Crônicas de Alan Pierce (em progresso)

Sociedade Gringer (em progresso)


*Os últimos dois livros são parte do universo das Crônicas de Horgfell


7. Você utiliza rascunhos, anotações ou esboços para não se perder na escrita?

Com certeza, planejamento é algo muito importante para o desenvolvimento de um livro ou conto. Eu particularmente tento escrever 3 vezes cada cena para ter certeza de que foi feita da melhor maneira possível.


8. O que não pode faltar durante seu processo criativo? Como você lida com a ausência de inspiração?

Amostras visuais, muitas das minhas ideias vêm de imagens encontradas na web sobre monstros, relatos, crimes etc.

Na ausência de inspiração, eu acredito que a melhor ideia é sentar, ler um livro e relaxar. Em algum momento a inspiração retornará.


9. O que podemos esperar para os seus próximos livros?

A continuação da saga As Crônicas de Horgfell, onde eu irei aprofundar a história da família Keller, como tudo começou, mais sobre o universo e as aventuras de cada pessoa envolvida no universo.


10. Como você enxerga a vida dos autores no cenário político atual?

Eu vejo que o Brasil é um país que parece não oferecer muito incentivo à educação e desenvolvimento de novos autores, ao mesmo tempo que parece ter vários projetos, revistas e editoras que sempre procuram por autores nunca publicados.


11. Que conselho você daria para alguém que quer escrever o primeiro livro?

Disciplina, planejamento e pesquisa são os melhores conselhos que alguém pode lhe oferecer para isso.


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