companhia das letras

Avaliação da produção textual no ensino médio, por Irandé Antunes

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

/ by Vitor Zindacta

foto: sweet stock

Na introdução desse artigo Irandé Antunes nos convidar á refletir sobre as concepções, objetivos e procedimentos que são adotados para avaliar os textos produzidos pelos alunos quando assumimos a tarefa de avalia-los. E que os itens quem dizem a respeito á avaliação de um modo geral e á avaliação dos textos escritos devem ser incluso nessa reflexão.

A autora divide o item 1 em subitens para abordar sobre a avaliação de um modo geral, no subitem 1.1 ela fala sobre quem avalia e declara que a avaliação tem ficado a cargo do professor que o aluno é apenas um mero espectador do estado de aprendiz. Ela destaca que o estudante deve participar da avaliação, ainda defende a autoavaliação no qual o aluno deve ter um olhar critico para seu desempenho sendo capaz de julgar a sua propriedade e adequação.
Antunes propõe a avaliação horizontal, no qual os alunos deveriam avaliar uns aos outros oportunizando um olhar avaliador do que pode ser melhorado, e estimularia a abertura á aprendizagem social.
No subitem 1.2 Antunes aponta que o foco da avaliação está no erro, sendo assim perdida a oportunidade de apreciarem o que foi aprendido, os professores apenas sinalizam o erro, ou fazem somente observações como seu texto esta sem coerência sem contribuir para evolução do aluno. A autora sugeri que a avaliação esteja voltada para a analise e reflexão, na qual possam acontecer melhorias sem a fixação no erro.
Subitem 1.3 A autora afirma que avaliação não pode simplesmente se reduzir a um momento pontual, que se esgota na resolução de questões e termina com a nota e tudo volta a ser como antes.
No item 2 Antunes propõe que avaliação poderia ser feita em conjunto professor aluno, que se converteria em um momento de reflexão, dessa forma analisando o que poderia ser melhorado sem o foco erro. Possibilitando que aluno e professor estabeleçam um dialogo cooperativo entre quem ensina e aprende.
Item 3 a autora fala sobre os parâmetros de avaliação do texto escrito no qual os professores devem dá ênfase na totalidade e não no erro, o aluno necessita ter o domínio do léxico que é muito importante nas escolhas das palavras que vão inserir em um determinado contexto, pois deve haver coerência . Antunes fala que não só a gramática deve ser levada em consideração, mas também os elementos linguísticos, os elementos de textualização, esses elementos são constituídos de coesão, coerência, informatividade, intertextualidade.
As repercussões dos parâmetros de avaliações são comentadas no item 4, a autora primeiramente fala sobre as repercussões para o professor que poderiam ser uma avaliação de totalidade, no qual os erros deveriam servi como indicativo para sabe o que deveria ser melhorado, alem de uma avaliação responsável e significativa o qual o objetivo maior seria uma avaliação que permitiria aluno e professor visualizarem as condições de aprendizagem em curso para realizarem as mudanças necessárias. Para os alunos representariam o crescimento em direção á autonomia se tornando sujeito e juiz de suas escolhas.
Antunes comenta as repercussões para a escola no item 5 e aponta que deveria sofrer mudanças para acolher os parâmetros de avaliação sugeridos que implicaria também na mudança de ensino. Para a autora o a falta de condição dever ser prioridade o trabalho com produção do texto não tem que ser apenas uma eventualidade deixada em segundo plano.
No item 6 faz suas considerações finais , o qual o compromisso do professor não é apenas corrigir mesmo quando estão avaliando o maior compromisso é ensinar, facilitando e promovendo a aprendizagem do aluno. Estimulando sua vontade natural de aprender, demonstrando que mesmo sendo professores continuam aprendendo.
O artigo de Antunes é de suma importância a partir do momento que nos proporciona uma reflexão sobre a avaliação de produção textual no ensino médio, que essa produção deve ser vista como uma construção do saber, e não apenas para apontar os erros existentes. O compromisso do professor é usar o erro do aluno para direciona-lo para o caminho do aprendizado promovendo o aperfeiçoamento.
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