THOMAS, Keith. “O predomínio humano” . In: h omem e o mundo natural: Companhia das Letras, 1988. p. 21- 60. Keith Thomas é um historiador, nascido em 2 de janeiro de 1933 na cidade inglesa da América do Norte, mais conhecido por seus livros "Religion and the Decline of Magic" e "Man and the Natural World". Ele é professor da Universidade de Oxford e membro da Academia Britânica. No livro "O Homem e o Mundo Natural", o autor fala sobre a relação do homem com o mundo natural e sua visão natural da natureza. trabalho "destina-se a expressar ideias, algumas das quais foram habilmente expressas, em favor das ideias, pensamentos e sentimentos britânicos do início da era moderna em relação aos animais." , os pássaros, a vegetação e a natureza que eles deram a eles. muitas vezes em lugares que não podemos imaginar hoje” (p.19). O capítulo “O Domínio do Homem” está dividido em cinco diferentes seções que visam examinar de diferentes formas as correntes...
Search
Faça uma pesquisa
Hit enter to search or ESC to close
Featured Posts
Postagens
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Por
Vitor Zindacta
[RESENHA #519] História da vida privada no Brasil, de Fernando A. Novais
NOVAIS, Fernando As condições da privacidade na colônia . In: MELLO E SOUZA, Laura, org. c otidiano e vida privada na América portuguesa . São Paulo: companhia das letras, 1997, p13-39. (col. História da vida privada no Brasil, v.1) Novais sobre a reflexão da vida privada nas estruturas da colónia portuguesa no Novo Mundo, procurando explorar o diálogo entre as estruturas gerais do universo colonial e as manifestações da privacidade no seu quotidiano. As crônicas de Coeval consideraram o primeiro traço revelador do terreno comum da colônia com o mundo urbano; em segundo lugar, talvez algo estivesse errado, já que o quadro de referência de nosso irmão, que evocava sua estranheza, era um país europeu. Uma das marcas da Idade Moderna, do Renascimento ao Iluminismo, editado por Roger Chartier. Entre a Idade Média, quando o Ocidente cristão se estabeleceu como uma "comunidade divina" e os mundos racionais e capitalistas contemporâneos foram expostos à mudança do Império, a região ...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Por
Vitor Zindacta
[RESENHA #518] Os bestializados, de José Murilo /cap 4
O livro é apresentado pelo autor com uma clareza de escrita tornando-o de fácil entendimento. A proposta do autor é contextualizar o leitor com os acontecimentos que anteriores a Revolta da Vacina, embora ele mencione, em vários trechos, que as fontes pesquisadas exigem cuidados especiais, sendo eles os jornais e revistas da época, depoimentos de testemunha ocular e breve relatórios policiais e dos poucos processos criminais. José Murilo de Carvalho também descreve comparativos da Revoltas populares no Brasil e as Revoltas ocorridas na França, como forma de esclarecer ao leitor as diferenças com relação principalmente à violência. É perceptível que o objetivo principal do mesmo é mostrar a participação popular e as formas como se deu no período e para isso achou fundamental mostrar o cotidiano na riqueza de detalhes, que realmente te remete ao cenário. Descreve o clima na cidade do Rio de Janeiro antes da Revolta da Vacina que era de insatisfação, principalmente no setor econômico. Rod...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Por
Vitor Zindacta
[RESENHA #517] As barbas do imperador, de Lilia Moritz Schwarcz
As barbas do imperador nos apresenta uma mistura de ensaio expositivo e biografia de d. Pedro II, este livro apresenta o mito da monarquia ao descrever, por exemplo, a construção de palácios, a mistura de festas francesas e tradições brasileiras, como uma boa sociedade executa belamente a arte do auto aperfeiçoamento, criando medalhas, emblemas, compostos frases. e brasão, o envolvimento do rei e a utilização da sua imagem nas cerimónias populares. Com suas penas de rouxinol, Pedro II legitimou a aceitação da cultura tropical; então, ao trocar as vestes reais pelas roupas de um cidadão, ele de alguma forma anunciará o declínio do Império. Promovendo um rico diálogo entre sua argumentação e o rico imaginário apresentado, o autor mostra que a monarquia brasileira não é apenas um mito poderoso, mas muito unificado. 1999 Prêmio Jabuti de Melhor Redação e Biografia Schwarcz apresenta seu texto considerando o "mito do Aukê", que, segundo ele, ajuda "a entender a monarquia bras...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Por
Vitor Zindacta
[RESENHA #516] O homem cordial, de Sérgio Buarque de Holanda
“ O homem cordial ”. In: HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. O Hom em Cord ial , esc rito por S ér gio Bu ar que de Hol anda , é um liv ro que ab ord a a cult ura bras ile ira e su a rel a ç ão com o tr at ament o ent re as p ess o as . O liv ro tra z reflex õ es prof und as so bre a form a com o os bras ile i ros inter ag em e se rel acion am ent re si . Ele t amb é m expl ora o que signific a ser cord ial e o que signific a ser rude . O prime iro tem a do liv ro é o " C ordial ismo ", o u se ja , o tr at ament o am ig á vel e af et u oso ent re as p ess o as . O aut or expl ica que o cord ial ismo é um me io de estab ele cer um rel acion ament o que g ere reciproc id ade de sentiment os e res pe ito ent re as part es . Ele most ra que este tip o de rel acion ament o est á present e no Bras il des de as é p oc as colo...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos