RESENHA: A chama de Ember, de Colleen Houck

Vou confessas que solicitei este livro unicamente pela capa. Que bela surpresa eu tive.  Esta é uma narrativa surpreendente sobre como o folclore dá vida à narrativa de Houck. Romance paranormal, você crê? O livro narra a história de Jack, responsável por guardar o portal que dá acesso a outro mundo. Em outras palavras, ele é como a personagem Juniper Lee, do desenho “a vida e aventuras de Juniper Lee“, onde o protagonista tem como missão central manter a ordem entre as criaturas deste mundo com outro.

Tá, dar mais detalhes de como a obra de desenvolve seria o mesmo que conta-las a vocês, e isso é uma aventura da qual vocês precisam ter lendo a obra. Ember, a digníssima proprietária do nome que da obra, é uma bruxa, ela e Jack possuem um passado e um presente conturbado. Enquanto Jack é responsável pelos portais do submundo, Ember é uma bruxa que luta frequentemente com o passado e com o presente, afinal, ela e Jack possuem pendências, só não irei dizer quais – hahaha -.

Para uma bruxa, você certamente não sabe muito sobre como as assombrações funcionam.

A única coisa que devo dizer é que este não é um livro para assustar-se, mas para surpreender-se. Houck trabalha mais em cima do enredo amoroso da história, do que no lado assustador da coisa, deixando assim, como pano de fundo o folclore existente em sua obra, mas isso não a deixa menos atraente em nenhum ponto, muito pelo contrário, é interessante observar – mesmo que de longe – o desenvolvimento dos personagens e suas reações perante os acontecimentos que se sucedem de suas relações.

Não posso dizer que estou surpreso, mas também posso dizer que previ tudo, esta obra é um misto de incertezas com encontro do acaso em suas linhas.

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Blogueiro, escritor, poeta, professor, ensaísta, cinéfilo, viajante e filantropo. Estudante de Ciências Sociais em busca de uma compreensão mais assertiva do nosso local em sociedade.

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